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Camisas de peso

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Entre azuis e vermelhos prevalece a melhor fase

O duelo marcado para esta noite teria um peso enorme, duas camisas de envergar o varal decidindo a Copa da Inglaterra. Os azuis do City comandados pelo multicampeão Lauro Roberto, contra os vermelhos do Arsenal do iniciante em finais Cristiano Dias. Por mais erros que Lauro e seu estilo de jogar possam aparentar, ele nunca será um adversário fácil, nem mesmo com um time ruim, sendo muitas vezes campeão e com todo tipo de elenco. O que faz dele um jogador interessante é a grande capacidade de mudança, mudanças rápidas e se tem um bom time nas mão ele logo consegue organizar de forma prática, é dos um pouquíssimos treinadores da Liga que sabe usar grandes peças sem deixá-los perdidos em campo que com pouca serventia.


 
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Uma enorme força ofensiva foi colocada sobre o Arsenal, mesmo com um 4-2-3-1 aplicado, o sofrimento na hora de marcar e sair com a bola era visível. O povoamento de meio feito pelo City abocanhou quase que por completo o time de Cristiano, com pressão e muitas bolas trocadas rapidamente pelo setor de meio, claro, quase não existiram chutes a gol, um defeito estampado nos dois times que com linhas bem fechadas deveriam arriscar mais de fora. A marcação alta que Lauro imprimiu, forçou Cristiano a deixar Lacazete com a função de jogar de costas, o que nem ao menos funcionou uma vez sequer, e isso resultou num Arsenal encolhido e que tomou um gol justamente de fora da área, uma pancada de Aguero, sem chances alguma de defesa.

Até que no segundo tempo com um esquema diferente e mais povoado, Cristiano teve mais reações positivas, mas no FIFA tudo é muito rápido e dinâmico, se piscar perde a bola e os contra-ataques são quase sempre fatais. Lauro fez isso e muito bem, mesmo perdendo dois gols na cara do goleiro. Eu destaquei na transmissão o posicionamento de De Bruine atrás da segunda linha, distribuindo e organizando com passes excelentes, encontrando uma força ofensiva muito positiva com Sané e Gabriel Jesus. Foi só 1 a 0, com Cristiano defendendo mais do que atacando e Lauro com um time visivelmente melhor encaixado, mas nada que estrague uma final, que é assim mesmo, hoje com mais um título de Lauro e um Cristiano que pode oferecer muito daqui para a frente.

Mauricio Klippel

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